As mãos
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Na contra mão
domingo, 15 de setembro de 2013
Ilustração do dia
sábado, 5 de janeiro de 2013
Por que eu gosto do Natal
sábado, 22 de dezembro de 2012
Fragilidade
quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Fatos
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Fato 2: o que te deixa feliz e deveria contagiar a outros por tabela nem sempre funciona assim. (E isso é quase sempre imperceptível.)
Fato 3: é impossível convencer seu relógio biológico de que durante a semana existe um toque de recolher para dormir que permanece desligado durante o final de semana. Ele acha que todo dia é fim de semana, coitado.
Internacionalizações para o Tio Sam
domingo, 26 de dezembro de 2010
Tchakabum em inglês:
"Wave, wave! Look the wave!
*clap clap*
Wave, wave! Look the wave!"
(Onda, onda! Olha a onda! Onda, onda! Olha a onda!)
E a Ivete:
"Your love is cannibal
It ate my heart
But now I am happy
Your love is cannibal
My heart
Now is all carnival"
(O seu amor é canibal...)a
Molejo em inglês:
"Childish play, how it's good! How it's good!
Peace, love and hopeness, how it's good! How it's good!
Good is be happy with Big Swinging!"
(Brincadeira de criança, como é bom! Como é bom!...)
Grupo Revelação:
"I want you just for my,
like the waves are of the sea,
it's impossible do live like this,
to live without can love you"
(Eu te quero só pra mim...)
Zezé de Camargo e Luciano ficariam mais ou menos assim:
"It's the Looooove!
That mess with my mind and leave me like thiiiiiiis!
That makes me forget of everything,
And forget of me!
That makes me to forget that the life is made to live!"
(É o amor...)
Falando em músicas mais atuais, Vitor e Leo:
"Fairy, my dear fairy
Owner of my life
You've gone
Took my warmth
You've gone but didn't took me"
(Fada...)
E não poderia esquecer, claro, do funk:
"From Monday to Friday,
Earful at school
Sat-saturday and sunday
I play kite and soccer"
(De segunda a sexta, esporro na escola...)
"Piririm, piririm, piririm
Someone has called me
Who is?
It's me, Fire Ball
And the hot is killing me
It'll be on Bar's Beach
That a trend I'll release
Will you bury me in the sand?
No, I'll bog down
I'm becoming a little bogged
I'm becoming a little bogged
I'm becoming a little bogged
(To ficando atoladinha...)
"Go Scolopendra
Go Scolopendra
Go Scolopendra
Go Scolopendra"
(Vai Lacraia, vai Lacraia...)

Nostalgia
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
- a primeira vez que a dona Emília participou de uma brincadeira de "Amigo Secreto" com a família- longas conversas com seu Luizinho - principalmente quando elas eram debaixo do pé de mexerica (nunca comi tanta mexerica na minha vida de uma só vez!)
- passar tardes inteiras em cima da jaboticabeira, lendo um livro ou simplesmente comendo jaboticaba (e disputando as frutas com as abelhas e os pássaros)
- jogos de handball pelo time da escola - e nunca perder um único jogo no "colegial" (sempre me orgulharei disso, Tigronas!)
- dias à toa em Sumaré com as amigas falando bobagem
- conhecer pessoalmente um amigo virtual (foram tantos, importantes em cada época, mas alguns são grandes amigos até hoje. Foi o melhor acaso que já em aconteceu!)
- show de rock com os amigos (isso é sempre bom, e posso ter de novo a qualquer hora)
- jogar bola na rua no meio de um monte de moleques - e sendo a única menina da turma
- brincar de outras brincadeiras que hoje em dia não são tão comuns, como empinar pipa, rodar pião e jogar bolinha de gude...
- ficar preocupada porque a minha redação, que a professora pediu para ter só duas páginas, já está terminando a terceira e não está nem um pouco próxima de ter um fim (não, eu nunca fui nerd, eu apenas gosto de escrever)
- da canja da dona Elvira e das bolachas de maisena que a gente ganhava quando ia na cada da vó (eu sempre me lembro dela quando como essas bolachas!)
Quem sabe daqui há alguns anos eu refaça essa lista. Esses defuntos vale a pena parar de vez em quando para ressuscitar.
Sobre a série "Crepúsculo"
segunda-feira, 26 de julho de 2010
É, eu estou ficando velha... E velha como sou, já passei da fase de gostar de coisas como saga "Crepúsculo". E, abra-se um parênteses aqui, para mim "saga" me lembra coisa de animes. Para respeitar esse gênero de qualidade incomensuravelmente superior, me referirei às histórias de Stephenie Mayer por "série", que é muito mais coerente.
E por falar em coerência, será que a tal da Mayer sabe o que é isso? Acho que ela se esqueceu das características que deu aos próprios personagens - falha grave para um escritor - ou vai ver foi só culpa das adaptações da literatura para o cinema, que sempre acabam distorcendo um pouco a história. Mas lembra do Jasper Cullen? No primeiro filme ele não era um vampiro "recém-nascido"? Tanto que não aguentava ficar muito tempo perto da Bella. Mas no terceiro filme da série (!) ele diz que participou da Guerra Civil Americana, ou como nossos professores de História costumam dizer aqui no Brasil, Guerra da Secessão, que aconteceu entre 1861 e 1865. Eu faço faculdade de Letras, adoro trabalhar (eu prefiro o termo "brincar") com as palavras, e tanto por isso sou obrigada a admitir minha "leve fraqueza" quando o assunto é números. Mas, sem calculadora, eu pude perceber que existe nesse período um espaço de tempo de mais ou menos uns... 135 anos!
Então eu descobri o problema da SM! É óbvio! O problema dela é matemática e história! Está na cara que a SM só assistia às aulas de Literatura!
Outra coisa: o Jacob não é um lobo? Como um lobo pode ser tão "pelado"?
Algumas considerações finais:
- Só tem uma única cena em todo o filme "Eclipse" em que o Edward sorri: é quando ele está a sós (ou praticamente, porque a Bella estava mais do que capotada) com o Jacob - sem camisa, claro.
- Repararem: o Edward voa, brilha, vive num bosque e dá lições de moral. Ele não pode ser um vampiro: tá na cara que ele é uma fada!
Dedicado aos meus aluninhos queridos do coração do Maju. :)
Aos meus amigos
terça-feira, 20 de julho de 2010
Para celebrar, nem um texto expressaria melhor meu sentimento do que o que se segue, de Vinícius de Morais. Para quem se interessar, segue o link de uma narração desse texto, muito bem feita pelo locutor Odemar Costa.
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outro s afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles.
Eles não iriam acreditar. Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos.
Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não tem noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.
Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
(Vinicius de Moraes)
Seu santo nome
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
No ano passado tive a oportunidade de conhecer melhor o poeta Carlos Drummond de Andrade, e fiquei ainda mais apaixonada pelo trabalho dele. No meio de tantas preciosidades, encontrei esta pequena poesia que se segue; deleitem-se:
O SEU SANTO NOME
Não facilite com a palavra amor.
Não a jogue no espaço, bolha de sabão.
Não se inebrie com o seu engalanado som.
Não a empregue sem razão acima de toda razão (e é raro).
Não brinque, não experimente, não cometa a loucura sem remissão de espalhar aos quatro ventos do mundo essa palavra que é toda sigilo e nudez, perfeição e exílio na Terra.
Não a pronuncie.
Carlos Drummond de Andrade
Por que os bons vão antes?
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Por que os bons morrem antes, Renato? Tem tanta gente que podia ter morrido, tanta gente ruim que não faz falta para o mundo... (Todo ser humano é egoísta por natureza; não me venham com críticas de caráter sobre esse comentário, porque posso apostar que esse pensamento já passou pelo menos uma vez pela cabeça de cada um). E por que justamente quem é bom, justo e companheiro vai embora primeiro - muitas vezes sem termos tempo de nos despedirmos a contento?
Tio Toninho, meu padrinho, meu amigo, puxei a loucura de você. Obrigada por todo o apoio que você me deu, toda a confiança (acho que sua irmã não prestou muita atenção quando seu pai te ensinou isso). Eu sou atéia, e você devia saber disso; por isso, não sei se acredito nessa história de Céu e Inferno. Mas se você tiver que ir para algum lugar, não é um mal lugar que você merece, com toda a certeza. Sentirei saudades (mais ainda)!
Eu tenho uma quedinha por histórias tristes. Talvez por isso essa música sempre tenha me atraído. Homenagem aos bons Baroni's que já se foram.
Créditos
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Para quem esteve mais próximo, sabe que esse foi o pior ano de toda a minha vida, sem precedentes (e isso definitivamente não é mais um dos eufemismos desta blogueira). Eu não via a hora de ele acabar, e finalmente está acabando. Este foi o ano mais libriano de toda a minha vida: um ano feito de extremos, em que coisas terríveis aconteceram, mas em contra partida, coisas extremamente boas também apareceram para, de certa forma, me dar um pouco de ânimo para continuar levando. (A vida é engraçada, né?)
Por isso, esse último post do ano vai servir como os "créditos" desse 2009 interminável.
Esse foi um ano de muito crescimento pessoal para mim. Cheguei à compreensão de várias coisas com toda a turbulência por que passei. Por isso, apesar do mau tempo, preciso, do fundo do coração, agradecer ao Glaucon, por duas coisas: priemiro, pela oportunidade de assistir, pela primeira vez (de muitas, espero), a um show internacional, da inglesa Oasis, que apesar da chuva, foi muito bom. A segunda coisa: por ter despertado em mim a maior (e melhor) revolução que eu fiz em mim mesma. Como eu disse antes, foi um ano de muito crescimento, amadurecimento e compreensões das coisas.
Agora meu maior agradecimento vai para algumas pessoas que foram realmente essenciais - para não dizer vitais. Quando a gente cai num poço, precisamos encostar os pés lá no fundo para podermos ter noção de onde estamos. Mas quando chegamos lá, às vezes precisamos de mãos para nos ajudar a voltar para a superfície. Nessas horas, dificilmente vemos essas mãos, e só quem realmente se importa faria isso pela gente. E agradeço, sinceramente, às mãos da Monique, do Felipe, da Gláucia, do Luizinho, da Amanda, da Thuany e do Diego, por estarem lá quando eu mais precisava delas. (Achou bastante gente? Eu não sou magrinha, precisa de bastante gente para me aguentar...rs) Sem elas eu não teria nunca conseguido passar pelo momento mais difícil de toda a minha vida!
Um agradecimento especial ao Diógenes, por ter reavivado em mim a alegria de postar, e me reanimado a cuidar com carinho desse blog. Escrever ainda é a minha vida.
E um último agradecimento, mais do que especial, para o Jefferson, por me mostrar que recomeços podem ser muito bons.
Feliz Ano Novo para todos e que venha 2010, que já vai começar com tudo para dar certo! :D
By the way, não sei se escolhi a melhor música para ilustrar esse post, mas no momento não pensei em nada que coubesse melhor.
Milagres de Natal
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Altos e baixos
terça-feira, 17 de novembro de 2009
"Nossa, que sorte: esse sapato está em promoção hoje; sai pela metade do preço!"
Sorte? Sorte nada! Compensações. Uma coisa boa compensa uma ruim. Mas pelas contas já foram duas coisas boas para apenas uma ruim; não está faltando alguma coisa? Sim, está! Falta uma ruim. Aí vem:
Mulherada do meu Brasil, me corrijam se eu estiver errada, mas alguma de vocês já teve a sorte de usar um sapato pela primeira vez sem nenhuma agressão aos seus queridos pés? Sapato feminino é uma desgraça! Aperta, machuca e faz bolha! E não foi exceção para a minha nova aquisição. Para quebrar um galho deu, mas meus pézinhos (eufemismo de carinho)... Por isso que eu gosto de tênis! É que nem a história da cerveja: eu nunca passei mal bebendo caipirinha!
Flertes de Murphy
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Quem tem meu MSN - e meu Orkut, já sabe que eu quero (quer dizer, queria, né?) ir ao show do DragonForce, que vai rolar em São Paulo no próximo domingo, dia 8. E antes mesmo de surgir a dúvida: não, DragonForce não é um jogo, e definitivamente não é de comer. DragonForce é uma banda de heavy metal britânica que está na estrada desde 1999. 70% de seus fãs (estimativa minha) o conheceram pelo jogo "Guitar Hero III - Legends of Rock", que conta com a música "Through the Fire and Flames" deles (muito boa por sinal). Confesso que faço parte dessa estatística.
Há duas semanas atrás descobri - totalmente por acaso - que eles estão de viagem marcada para cá: eles farão 3 shows, dias 6, 7 e 8 desse mês, no Rio de Janeiro, Curitiba e São Paulo, respectivamente. Minha primeira reação foi ficar empolgada para ir (ainda mais porque os ingressos estavam absurdamente baratos para um show internacional). A segunda foi me preocupar em ir sozinha. Talvez seja só neurose minha, mas não me senti muito bem de ir para São Paulo, à noite, para um show de rock, e depois voltar de madrugada sozinha. Aí começou a minha corrida contra o tempo atrás de algum amigo meu que gostasse da banda - e ao mesmo tempo, a minha frustração.
Todo mundo para quem eu perguntava nunca tinham sequer ouvido falar da banda - isso quando não achavam chato admitir que não conheciam a banda e me perguntavam se era um jogo. Fui desistindo aos poucos, desanimada - acho que não cheguei a perguntar a 10 pessoas. Com exceção de 3 amigos meus, que de fato conhecem - e gostam - da banda, mais ninguém fazia idéia do que se tratava. Ah, aliás: devido à falha na divulgação do show e à falta de antecedência para eles ficarem sabendo, nem um poderia ir. E agora também não ia ajudar muito, porque (óbvio!) as entradas já se esgotaram. Ou seja: domingão estarei aqui em casa, deprimida por estar perdendo um show do caralho (com o perdão da palavra) e imaginando quando será que terei outra oportunidade como essa de assistir a um show deles. Depois, quando eu falo que Murphy me ama, ainda tem gente que duvida.
CQDNC - para constar
terça-feira, 3 de novembro de 2009
- Ser tietada no show do Velhas Virgens (minha foto tá no site da banda! Lálálálá!)
- Influenciar pessoas no show do Velhas Virgens (lembra da brincadeira do "Siga o mestre"?)
- Conhecer sem querer pessoas gentis - e mais altas que você - que se oferecem para tirar fotos da banda para você, já que a sua altura não te ajuda.
Fato: rockeiros só têm cara de mal; em geral, são todos muito simpáticos - até perguntam se estão na sua frente em um show, e mudam de lugar se for o caso.
Obs.: O projeto "reunião das CQDNC" ainda está de pé; aguardem!
Crying heart out
domingo, 18 de outubro de 2009
I've never asked anything on my birthdays before
I've never wanted so much something like now
This is the first time ever I really want something
How funny life is:
The only thing I really want this year I won't have
'Cause the only one who could give it to me won't do that
No way.
"I wish that we could go back
To what we were before
But I don't think I love you anymore"
(I Don't Think I Love You - Hoobastank)

