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Modas controversas

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A moda da vez é a Power Balance, que consiste numa pulseira de borracha com um pequeno holograma, que promete fazer com que seu usuário não perca o equilíbrio. A pulseira foi projetada para esportistas, mas como tudo o que é moda, caiu na graça do povo e não é difícil ver pessoas com ela no punho por aí. Efeito semelhante ao que aconteceu com aquelas pulserinhas de borracha, inicialmente criadas pela Nike, há alguns anos, com o objetivo de arrecadar dinheiro para os mais diversos fins filantrópico.

O mais curioso de tudo é que ambas não são nem um pouco baratas. As pulseirinhas da Nike não saiam por menos de R$20,00 e a Power Balance custam em torno de R$130,00. A exemplo do que aconteceu com as pulseiras da Nike, a Power Balance virou mais artigo de moda do que do cunho pelo qual foi lançada. Como já foi dito, todo mundo está usando, e na maioria das vezes esses usuários reclamam de ir à padaria à pé - que dirá praticar esportes. Não vai demorar muito (se é que já não aconteceu) para que elas chegem aos camelôs.

Há uns dias atrás o Globo Esporte resolveu testar a funcionalidade da Power Balance e provou que ela não funciona coisa alguma. Pra reafirmar a descoberta, o Folha de S. Paulo publicou essa semana uma matéria em que Michael King e Malcolm Muirhead, os criadores da Power Balance, admitem que o efeito da pulseira é placebo. Ou seja: na prática, não funciona. Tanto que a ANVISA vetou o comercial da pulseira por considerá-la enganosa. Mas é como disse o Hittler uma vez: uma mentira contada 100 vezes passa a ser verdade.

Para o bem ou para o mal, uma coisa não se pode deixar de admtir: a dupla de americanos é um gênio - eles criaram o placebo mais famoso e melhor sucedido do mundo.


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Falando de futebol

terça-feira, 29 de junho de 2010

Em tempos de Copa do Mundo, falemos de futebol. Para quem tem acompanhado os jogos, não é difícil perceber a violência das últimas partidas. Tudo bem que futebol é um esporte de contato e, tanto por isso, acidentes são inevitáveis, mas o que se vem presenciando é violência gratuita e propositada. Dizer que no calor do jogo a adrenalina faz com que as pessoas fiquem mais nervosas vá lá, mas estamos falando de seres humanos, animais reconhecidamente racionais (pelo menos na teoria, não?).

Para mim o esporte sempre significou o espaço onde picuinhas e rixas políticas e históricas ficavam de fora; é o espaço onde todos se reúnem para celebrar a vida e a paz – por mais ridículo que pareça esse discurso de paz (sei lá, para mim não é). Se tem uma coisa que me deixa realmente chateada é ver brigas em estádios de futebol – fora e, principalmente, dentro do campo. E é pior quando a briga é entre os jogadores porque, tendo o destaque que têm, o exemplo pelo menos de política de boa vizinhança deveria partir deles.

De uns anos para cá a FIFA e muitos jogadores e times famosos têm levantado a bandeira do Fair Play (“Jogo Justo” em português). O significado dessa verdadeira campanha que se levantou no futebol é a promoção do jogo justo, bonito, sem ignorâncias, por parte de todos os atores do espetáculo que é o futebol. Lembrando que participam desse espetáculo todos dentro de um estádio, desde os jogadores, técnicos e árbitros, até – e inclusive – a torcida. Historicamente essa expressão surgiu em 1896, quando o Barão de Coubertin, organizador dos Jogos Olímpicos de Atenas daquele ano, fez a seguinte declaração: "Não pode haver jogo sem fair play. O principal objetivo da vida não é a vitória, mas a luta". Ou seja, Fair Play simboliza o espírito esportivo. Muito além do simples respeitar das regras do esporte, essa filosofia abrange a noção de amizade e respeito ao próximo. (Fonte: Universidade Aberta do Futebol Brasileiro)

E se critico negativamente o mau exemplo, preciso também enaltecer os bons exemplos – porque eles ainda existem, para alimentar a minha esperança. No meio desse verdadeiro Coliseu que tem sido as apresentações da Copa do Mundo deste ano, Chile e Brasil, no jogo de ontem, merecem os parabéns. Claro que teve algumas falhas de árbitros e jogadores – nem um jogo está livre disso; mas no geral, foi um jogo limpo, sem demonstrações gladiadoras desonestas, como tem acontecido até aqui. Eles demonstraram o que significa de Fair Play.


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Contra gripe suína, doses cavalares de Jason!

domingo, 30 de agosto de 2009














Hoje é dia de duelo de titãs. De um lado, o primeiro do campeonato, Palmeiras; do outro, o tricolor paulista, São Paulo. De um lado, Ricardo Gomes, que tem se saído muito bem como técnico do tricolor; do outro, um velho conhecido, Muricy Ramalho, que também fez muito pelo time do Morumbi. Eu gostava do Muricy, sabe?

Bom, de qualquer forma, eu já tenho meu favorito: meu bom e velho tricolor não costuma me decepcionar. Que Tamiflu que nada! Contra gripe suína, remédio bom mesmo é Jason!

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Sobre Pensamentos Avulsos...

Pensamentos Avulsos são divagações e outras bobagens que saem da cabeça insana dessa que vos escreve. Espaço livre para meu bel prazer de escrever e expor de alguma forma minhas idéias. Como blogueira, eu gosto de comentários; como escritora, eu preciso de críticas. Ambos me servem como uma espécie de termômetro de qualidade para a minha produção. Portanto, por gentileza, colabore. :-)

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